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Audiência pública debate gestão plena da Saúde em Cascavel

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Quarta, 12 Setembro 2018 21:40

Nesta quarta-feira (12) a Comissão de Saúde e Assistência Social promoveu uma audiência pública para discutir gestão plena de saúde no município de Cascavel. A audiência foi comandada pelos vereadores Parra (MDB) e Bocasanta (PROS).

Em deliberação, os participantes definiram “apoio ao Conselho de Saúde e à Secretaria de Saúde para estudar a adesão ao modelo de gestão plena, formação de uma comissão para visitar municípios que já implantaram o formato com sucesso e realização de seminários que incluam os demais municípios da região”.

Participaram do debate os vereadores Jaime Vasatta, Josué de Souza, Jeferson Cordeiro, Rubens Griep, secretário municipal de saúde; João Maria Lima, presidente do Conselho Municipal de Saúde; Roberto Machado, do Conselho Regional de Medicina - Delegacia Regional de Cascavel; Arlene Bernini Fernandes, diretora da 10ª Regional de Saúde; Edilson Luiz Leismann, diretor do Hospital Universitário do Oeste do Paraná; Vladimir Barella, vice-presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná – CISOP; Luiz Carlos Toso - Diretor do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência – SIATE; representantes do Hospital Oftalmológico H Olhos Prime; Centro de Apoio, Convivência e Defesa dos Direitos do Autista de Cascavel – CAUT, UOPECCAN, CEONC, Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste – CONSAMU; Hospital São Lucas FAG, Hospital do Coração – Nossa Senhora da Salete, Clínica Fisiocenter, Laboratórios Unilabor, Parzianello, Álvaro, Centro de Reabilitação do Centro Universitário FAG e coordenações das Unidades de Saúde do Município (UPA’s, UBS’s e USF’s).

“Cascavel é único município do Paraná, de grande porte, que ainda não aderiu a este modelo de gerenciamento”, destacou Parra. Na opinião dos vereadores, é preciso começar a discutir a possibilidade de o município ficar responsável pela auditoria, controle e avaliação de todos os serviços oferecidos e implantação das políticas públicas de saúde. A gestão plena implica não somente a atenção básica (UPAs, UBSs e USFs), mas também nas liberações de AIHs (Autorizações de Internamento Hospitalar), com acesso ao cidadão a procedimentos mais complexos, como internação hospitalar e grandes cirurgias.

O secretário de saúde esclareceu que a gestão da saúde sempre foi tripartite, “a questão é qual a parcela de responsabilidade de cada ente na gestão e no aporte de recursos financeiros”. As transferências financeiras constitucionais são de 5% da União, 12% Estado e o município 15%. “É necessária uma transição para entrar neste processo, não acontecerá do dia para a noite, mas toda vez que você tem a possibilidade de discutir a gestão de recursos mais próxima de onde os problemas da população estão, há vantagem”, defende Rubens Griep.

Assessoria de Imprensa/CMC

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